domingo, 26 de junho de 2016

Entenda mais sobre os Óleos Ozonizados - Parte II



Verificou-se que ambos, os óleos de girassol e de oliva, têm atividade microbiana similar contra Staphylococcus aureus, E. coli e Bacillus subtilis, porém com relação à Pseudomonas aeruginosa, o óleo de girassol ozonizado teve melhor atividade antimicrobiana quando com valores baixos de peróxidos, enquanto que o óleo de oliva ozonizado desempenhou melhor esta atividade quando com valores altos de peróxidos.

Pesquisa realizada em Cuba introduziu óleo de girassol ozonizado por via intragástrica em ratos, em 5 aplicações consecutivas, com intervalo de 24h, em uma dose limite de 2g/kg/dia (baseada em estudos de toxicidade do uso do óleo por via oral) e comparou este com óleo de girassol com ciclofosfamida. Evidenciou-se que não há toxicidade sobre os eritrócitos quando se utiliza o óleo de girassol ozonizado.

Foi demonstrado que os produtos da reação do ozônio com os óleos, os peróxidos de ozônio, estimulam a cicatrização das feridas. Depois de 11 Abordagens Teóricas dias de aplicação, foi possível obter uma cicatrização 40% melhor em comparação com outros produtos oleosos. Eles podem ser utilizados no tratamento de longo prazo de ferimentos em geral, queimaduras, infecções locais como micose de pele e unhas, assim como em feridas.

Além dos efeitos citados acima, o óleo de girassol ozonizado aumentou a resposta tecidual proliferativa e adaptativa e também atuou como doador de oxigênio. Após 24h da aplicação o óleo de girassol ozonizado atinge seu valor máximo de reação.

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Entenda mais sobre os Óleos Ozonizados - Parte I


Óleo ozonizado

Diversos estudos relatam o uso de diferentes tipos de óleos ozonizados no processo de cicatrização.

Estudos realizados na Itália e em Cuba demonstraram importante atividade antimicrobiana do óleo ozonizado, possivelmente pela sua ação tóxica sobre proteínas de membranas das bactérias, embora sem relatos de toxicidade generalizada sobre as células do tecido humano. Micobacterias, Estafilococus, Enterococus, Pseudomonas e E. coli mostraram-se sensíveis ao óleo ozonizado.

Foram analisados e comparados os óleos de girassol e deoliva ozonizados em um estudo espanhol. Ambos têm composições diferentes de ácidos graxos; o primeiro é rico em ácido linoléico (48-74%) e oléico (14-39%), o segundo apresenta maior proporção de ácido oléico (65-85%). O ozônio reage basicamente com as ligações duplas de carbono presentes nos ácidos graxos insaturados. O óleo de girassol possui mais ácidos graxos insaturados que o óleo de oliva, ou seja, este último tem menos ligações duplas de carbono para reagir com o ozônio. 

Esta reação produz compostos oxigenados, como hidroperóxidos, aldeídos, peróxidos, diperóxidos e poliperóxidos, que são os responsáveis pela atividade biológica dos óleos vegetais ozonizados. A gama de compostos oxigenados gerados na reação do ozônio com os óleos depende das condições no momento da mistura, como da temperatura, da agitação da reação da mistura, da dose de ozônio utilizada, etc.

Universidade de São Paulo Escola de Enfermagem
Revisão sistemática de literatura sobre o uso terapêutico do ozônio em feridas


domingo, 15 de maio de 2016

A cicatrização de feridas consiste em uma perfeita e coordenada cascata de eventos celulares e moleculares...



A cicatrização de feridas consiste em uma perfeita e coordenada cascata de eventos celulares e moleculares que interagem para que ocorra a repavimentação e a reconstituição do tecido. Tal evento é um processo dinâmico que envolve fenômenos bioquímicos e fisiológicos que se comportem de forma harmoniosa a fim de garantir a restauração tissular (MANDELBAUM; DI SANTIS; MANDELBAUM, 2003).

Bearzatto, Vaiano e Franzini (2003) relataram a importância da ozonioterapia no tratamento de úlceras crônicas, uma vez que o ozônio demonstrou propriedades antissépticas, induziu a formação de tecido de granulação e a neoangiogênese; resultados semelhantes foram observados no presente trabalho, após 21 dias de tratamento com óleo de coco ozonizado verificou-se que as úlceras apresentaram tecido de granulação (Figura 17).


      Sharma e Hudson (2008) demonstraram que 25 ppm de ozônio gasoso em umidade relativa do ar de 90% é um potente antimicrobiano que promove redução de cepas bacterianas Gran positivas e Gran negativas incluindo esporos e especies de Mycobacterium relacionadas as causas mais comuns de infecções. Salientaram que o efeito antimicrobiano é conseguido por meio de um curto período de exposição, por volta de 20 min., o que torna o sistema baseado no emprego do ozônio muito pratico e de baixo custo.

O ozônio também é capaz de inativar alguns tipos de vírus como o norovirus (SHARMA; HUDSON, 2008). Outros estudos mostraram que a exposição do ozônio reduz a infectividade viral pela peroxidação lipídica e subsequente dano ao envelope lipídico à camada proteica de vários tipos de vírus (MURRAY et al, 2008). A ação antimicrobiana do ozônio esta baseada na exposição local de grandes concentrações de ions oxidantes.


Duarte (2006) e Alvim et al. (2006) descrevem que as propriedades antimicrobianas de substâncias e óleos essenciais inerentes às plantas como produtos de seu metabolismo secundário têm sido reconhecidas empiricamente durante séculos, mas a busca e verificação de sua eficácia científica são recentes. Por outro lado, os micro-organismos que causam prejuízos à saúde humana estão se mostrando resistentes à maioria dos antimicrobianos conhecidos, o que incentiva ainda mais a procura por antibióticos de ocorrência natural. 

Universidade Camilo Castelo Branco Instituto de Engenharia Biomédica

terça-feira, 10 de maio de 2016

Cientistas revelam que óleo de coco é melhor que qualquer pasta de dente


Você sabia que o coco é uma fruta que, além de possuir alto teor de fibras, ter a água rica em vitaminas e minerais, seu óleo pode ser utilizado na cozinha, no corpo, no cabelo e, nos dentes?

Em pesquisa recente, cientistas testaram o óleo de coco na bactéria steptococcus mutans – responsável por causar erosão dental – e descobriram que o líquido da fruta é capaz de matar esta bactéria prejudicial aos dentes devendo, em breve, ser o ingrediente principal das pastas de dente e dos enxagues bucais.

O estudo revelou, ainda, que o óleo de coco modificado com alguns aditivos químicos e adicionado em produtos de higiene bucal, pode ser a ferramenta mais poderosa contra bactérias e outras substâncias nocivas que atacam os dentes. Principalmente na fase de crescimento, época em que 60 a 90% das crianças sofrem com problemas dentários, como a cárie.


Imaginar escovar os dentes com gostinho de coco e saber que poderemos ter melhores resultados com nossa saúde bucal, é sensacional!

www.ozoneoil.com.br

sábado, 12 de março de 2016

PARA VOCÊ QUE DÁ VALOR À BELEZA COM SAÚDE, NÃO DEIXE DE EXPERIMENTAR O OXIGÊNIO ATIVO!























O Ozônio é um potente vasodilatador e melhora a curva de dissociação da hemoglobina com o oxigênio, ou seja, faz com que a hemoglobina (células responsáveis pela entrega de oxigênio para os tecidos) fique mais tempo com o oxigênio, circulando por um maior número de vasos, melhorando a oxigenação dos tecidos e órgãos. O Ozônio também ativa o metabolismo da hemácia, fazendo com que ela circule melhor pelas artérias de pequenas artérias, facilitando, com isso a circulação do sangue e a melhora na cicatrização das feridas.


www.ozoneoil.com


domingo, 28 de fevereiro de 2016

A aplicação tópica dos óleos naturais enriquecidos com oxigênio ativo























A aplicação tópica pode ser feita através da utilização de água, óleo e cremes ozonizados. Possui baixo custo, elevada eficácia no combate de vírus e bactérias, não possui contraindicação além do tempo de cicatrização ser inferior quando comparado aos tratamentos convencionais. A aplicação do ozônio tópico desempenha ação antisséptica e estimulante da cicatrização já que promove a proliferação e remodelação de células teciduais (BOCCI, 2005). 

O óleo ozonizado também pode ser administrado em cápsulas por via oral, supositórios, colírios, aplicados diretamente no reto e vagina (BOCCI, 2005). 

O ozônio quando misturado com óleo (LOPEZ, 2003) exerce vantagens, uma vez que o veículo se mantém em contato com as superfícies por mais tempo, exercendo suas funções por um período superior. Enquanto a meia vida do ozônio sob a forma gasosa é efêmera, sob a forma de óleo o mesmo permite estocagem por vários meses, dispensando com isto a necessidade de gerador (BOCCI, 2005). Estas vantagens oferecidas fazem com que haja diminuição dos custos, servindo como estratégia interessante do ponto de vista biológico e econômico. 

O ozônio misturado com óleos por meio de descargas elétricas; como por exemplo, os de coco, são ricos em ácidos insaturados; que quando ozonizados formam ozonídeos, de sua hidrólise podem ser gerados aldeidos, cetonas e peróxidos de hidrogênio, responsáveis pelo desencadeamento das reações bioquimicas. Esses compostos (aldeídos, cetonas e peróxido de hidrogênio) do óleo ozonizado possuem várias funções no organismo, como: estimulação dos sistemas enzimáticos de óxido de redução influência sobre o transporte de oxigênio aos tecidos e sobre cadeia respiratória das mitocôndrias, ação antimicrobiana, efeito sinérgico de estimulação da capacidade fagocitária que possuem ação germicida. Assim o óleo ozonizado contribui de forma benéfica na reparação tecidual de úlceras e feridas.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Qual é o efeito do Ozônio no corpo humano?



1 . Ajuda desintoxicar o fígado
2 . Desintegra gorduras como o coleterol e os triglicerídeos. Estas gorduras são conhecidas como o grande fator prejudicial às coronárias (enfarte) e derrames (acidente vascular cerebral).
3 . Melhora bastante o metabolismo das células e a produção energética de todo o organismo.
4 . Reduz significativamente o ácido úrico - a causa da gota e fator prejudicial aos vasos.
5 . Melhora o fluxo sanguíneo, corrige perturbações da circulação e evita novas sobrecargas.
6 . Diminui nitidamente a aglutinação dos glóbulos vermelhos (hemácias), melhorando o fluxo de oxigênio e o fluxo sanguíneo.
7 . Aumenta a oferta do oxigênio para o tecido e leva com isto a uma maior avidez do tecido pelo oxigênio.
8 . Elimina muitas espécies de bactérias, vírus, fungos e suas novas formações.


Usado na Alemanha durante a segunda Guerra Mundial para tratamento de feridas, o ozônio mostrou-se eficaz para evitar as amputações, por suas propriedades antissépticas. 
Nas últimas quatro décadas, a ozônioterapia tem sido estudada cientificamente como uma alternativa no tratamento de muitas doenças agudas e crônicas, por ser capaz de intervir no equilíbrio de óxido-redução. O ozônio é a forma triatômica do oxigênio, bastante reativo e altamente instável. Facilmente assimilado pelo corpo humano, a molécula extra de oxigênio presente no ozônio dismuta-se, deixando apenas o oxigênio que é a forma molecular presente no ar que respiramos. Esta dismutação permite, em simultâneo, elevados processos de oxigenação e de oxidação, que se revelam eficazes no tratamento de diversas patologias.  Com um potente efeito oxidante, quando em contato com fluídos orgânicos, promove a formação de moléculas reativas de oxigênio, as quais influenciam eventos bioquímicos do metabolismo celular, proporcionando benefícios à reparação tecidual, além do efeito antimicrobiano, bactericida e fungicida. No tratamento de úlceras crônicas, a ozonioterapia induz a formação de tecido de granulação e neoangiogênese devido às suas propriedades antissépticas.
Em dose segura e correta, o ozônio representa um estresse oxidativo agudo não deletério que induz resposta celular antioxidante capaz de reverter um estresse oxidativo crônico existente. Essa atuação pode melhorar a circulação e o suporte de oxigênio, favorecer o metabolismo e a liberação de citocinas, autacóides e fatores de crescimento que, juntamente com a atividade antimicrobiana, representam elementos cruciais no tratamento de doenças metabólicas, inflamatórias, infecciosas ou neoplásicas. A ação da ozônioterapia pode ser interpretada como um “choque terapêutico” atóxico, capaz de restaurar a homeostasia por ser um modificador da resposta fisiológica.